Pitacos e Notícias sobre o mercado imobiliário

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Tabela de Honorários de Corretagem Imobiliária

VENDA 

1) Imóveis urbanos 6% a 8%

2) Imóveis rurais 6% a 10%

3) Imóveis industriais 6% a 8%

4) Venda judicial 5%

NOTA 1: Nas permutas, os honorários serão devidos pelos respectivos proprietários a quem estes contrataram, calculado sob o valor de venda de cada imóvel.

NOTA 2: Quando a transação envolver diversos imóveis, os honorários devidos pelos respectivos proprietários a quem estes contrataram, calculados sobre o valor de venda de cada um dos imóveis.

NOTA 3: Nos casos de vendas com transferência de financiamento os honorários serão devidos sobre o total da transação realizada.

NOTA 4: Quando a transação imobiliária envolver mais de um corretor, os honorários serão pagos a todos os participantes, em partes iguais, salvo ajuste em contrário, firmado entre os interessados, por escrito.

LOCAÇÂO 

1) De qualquer espécie e sempre por conta do locador: Equivalente ao valor de 1 (um) aluguel

2) Locação de temporada (Lei 8.245/91), com prazo de até 90 (noventa) dias: 30% sobre o valor recebido

ADMINISTRAÇÃO DE BENS IMÓVEIS 

Sobre o aluguel e encargos recebidos: 8% a 10% Valor mínimo de R$ 50,00

NOTA: A administração para clientes cuja carteira imobiliária seja, comprovadamente, superior à R$ 100.000,00(cem mil reais)/mês, o percentual será:………………………………………….5% a 10%

EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS 

Venda de empreendimentos imobiliários 4% a 6%

NOTA: Não estão incluídas nos percentuais acima, as despesas de promoção e publicidade em geral.

LOTEAMENTOS 

Estudo, organização de vendas de áreas loteadas (urbanas),já aprovadas e registradas 6% a 8%

Estudo, organização de vendas de áreas loteadas (rurais),já aprovadas e registradas: 6% a 10%

NOTA : Não estão incluídas nos percentuais acima, as despesas de promoção e publicidade em geral, bem como a administração.

ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMÍNIOS 

Sobre o arrecadado pelo condomínio mensalmente: 5% a 10%

Valor mínimo de: R$ 850,00

COMPRA 

Autorização expressa da procura de imóveis: 6% a 8%

ATIVOS IMOBILIÁRIOS

Intermediação de Fundos Imobiliários, cotas de consórcio imobiliário, certificados de recebíveis do SFI e outros: 4% a 6%

PARECERES 

Parecer por escrito quanto à comercialização de imóvel. Sobre o valor apresentado os honorários serão fixados em: 1%

Valor mínimo de parecer por escrito: R$ 650,00

Parecer verbal quanto a operações imobiliárias.

A partir do valor de 1 (uma) anuidade Vigente do CRECI/SP.

REMUNERAÇÃO POR SERVIÇOS PRESTADOS              

Como bem estabelece o Novo Código Civil – que se encontra em vigorar desde janeiro/2003 –, no Capítulo XIII, artigo 725, “A remuneração é devida ao corretor uma vez que tenha conseguido o resultado previsto no contrato de mediação, ou ainda que este não se efetive em virtude de arrependimento das partes”. (Para mais informações sobre corretagem imobiliária, leia a íntegra do Capítulo XIII, na página sobre “Legislação”).

No que concerne à aplicação da tabela de honorários, deve o corretor se ater também ao que determina o Código de Ética Profissional, aprovado pela Resolução COFECI n° 326/92, que estabelece, através do seu artigo 4°, inciso X: “Cumpre ao corretor de imóveis, em relação aos clientes: …receber, somente de uma única parte, comissões ou compensações pelo mesmo serviço prestado, salvo se, para proceder de modo diverso, tiver havido consentimento de todos os interessados, ou for praxe usual na jurisdição”.

E, no art. 6°, inciso V, do mesmo Código de Ética, é estabelecido que: “É vedado ao corretor de imóveis: …receber comissões em desacordo com a tabela aprovada ou vantagens que não correspondam a serviços efetiva e licitamente prestados”.

Ainda de acordo com a própria Lei Federal n° 6.530/78 (que regulamenta o exercício da profissão de corretor de imóveis), em seu artigo 17, inciso IV, “Compete aos Conselhos Regionais: …homologar, obedecidas às peculiaridades locais, tabelas de preços de serviços de corretagem para uso dos inscritos, elaboradas e aprovadas pelos sindicatos respectivos”.

E os valores constantes da atual tabela foram aprovados em Assembléia SCIESP em 27.janeiro.2009, a qual restou homologada pelo CRECI/SP na 24ª Reunião Plenária, em data de 27.janeiro.2009, recomendando-se sua divulgação através da fixação em local visível ao público.

Fonte: Creci-SP

7 bons motivos para você dispensar a assessoria de um Corretor de Imóveis na venda ou compra do seu imóvel

1 -  Você não quer vender seu imóvel. Só quer deixar tudo como está e continuar pagando o condomínio e o IPTU, até que caia um comprador do céu com um cheque assinado, bem na sua frente.

2 -  Você não quer comprar um imóvel. Só quer andar por aí vendo as placas de “Vende-se” nas janelas, ou acumular pilhas e pilhas de cadernos de Classificados em casa.

3 -  Você deseja ter muitos problemas com documentação e tem tempo livre para resolver tudo. Você só não sabe bem qual é a documentação necessária. Mas isso é só um detalhe!

4 -  Você entende 100% do mercado imobiliário. Afinal, você lê o caderno de Imóveis de todos os jornais, todas as semanas.

5 - Você acredita que, sozinho, vai conseguir um valor acima da média do mercado. Você só precisa descobrir, ainda, qual é a média do mercado…

6 - Você não está nem aí para a segurança, quando alguém for visitar seu imóvel. Afinal, só pela voz da pessoa ao telefone, você já sabe identificar se é alguém do bem ou do mal.

7 - Você até admite que corre o risco de fazer um péssimo negocio, como cair em golpes de compra e venda, por exemplo, mas não se importa com seu dinheiro. Afinal, tem a vida inteira para poupar tudo outra vez…

Se você esta enquadrado em uma dessas 7 opções, vá em frente! Você realmente não precisa contratar um Corretor de Imóveis para ajudar na compra ou venda de um imóvel.

Parabéns!

Mas se você pensou melhor esta na hora de procurar um profissional qualificado para lhe atender.

Artigo enviado ao Blog Marketing e Publicidade Imobiliária por:  Antonio Andrade
Site: imovel.es

Aposentado é vítima de golpe aplicado por falso corretor de imóveis

Por confiar demais, o aposentado José Marcelino Mota acabou com uma dívida de quase R$ 5 mil.

Ele contratou um suposto corretor de imóveis para ajudar na venda de uma casa, o que depois de quase seis meses não aconteceu.

Segundo o aposentado, o acusado começou pedindo R$ 1 mil alegando que era para regularizar os documentos da casa. Depois de ter repassado várias quantias foi que ele desconfiou da atitude e pediu os recibos quitados. Após a solicitação, o golpista não mais apareceu.

Em casos como esse, o Crea recomenda que nunca sejam feitos pagamentos diretamente com o corretor. Este deve fazer apenas a intermediação do negócio, a parte numerária fica entre os clientes.

Para se contratar os serviços de um corretor, os cuidados devem começar na hora de escolher o profissional.

De acordo com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), na Paraíba existem mais de 3 mil profissionais regulamentados, que possuem a carteira do órgão.

O exercício ilegal da profissão é crime previsto pela legislação brasileira.

Acompanhado do fiscal do Creci, José Marcelino procurou a delegacia para formalizar a denúncia.

*Com informações da TV Cabo Branco.

Fonte: Paraíba Online

 


Tire suas duvidas sobre – Contrato de gaveta

O famoso Contrato de Gaveta consiste em compromissos de compra evenda ou em cessões de compromissos de compra e venda que não podem ser registrados no Cartório de Registro de Imóveis, quase sempre pela ausência da interveniência do agente financiador na condição de terceiro anuente, conforme está previsto na Lei 8.044/90, que disciplina o Sistema Financeiro Habitacional – SFH. A Caixa Econômica Federal (CEF), por exemplo, considera o “contrato de gaveta” irregular porque, segundo o artigo 1º da Lei 8.004/90, alterada pela Lei 10.150/00, que diz:

“A formalização de venda, promessa de venda, cessão ou promessa de cessão relativas a imóvel financiado através do SFH dar-se-á em ato concomitante à transferência do financiamento respectivo, com a interveniência obrigatória da instituição financiadora.”

Ou seja, os bancos exigem o recálculo para anuir com a venda e com a transferência do valor do financiamento e nos casos de “contrato de gaveta”, isto claramente não ocorre.

Ora, para o comprador isto é inviável. Daí, a solução encontrada por muitos é a celebração do “contrato de gaveta”. Instrumento utilizado por 30% dos mutuários brasileiros.

Os riscos dessa modalidade de contrato são evidentes: o comprador não se torna o proprietário do imóvel, pois não realizou o registro do título; o vendedor, por sua vez, continua proprietário do imóvel. Ou seja, o vendedor pode vir a ter o imóvel penhorado por credores ou até vender o imóvel para outras pessoas, além da possibilidade de aparecer como devedor em cobranças de condomínio, IPTU, etc. Enfim, vários são os problemas decorrentes das operações com essa modalidade. Todavia, uma hipótese positiva de solução em favor do comprador que tem o contrato de gaveta é, em sendo o imóvel penhorado em alguma execução contra o “antigo” proprietário, mover a ação de embargos de terceiro, admitido pelo STJ, conforme prescreve a súmula n° 84.

“É admissível a oposição de embargos de terceiro fundados em alegação de posse advinda de compromisso de compra e venda de imóvel, ainda que desprovido do registro.”.

Na dúvida, consulte um consultor imobiliário, seja ele: corretor de imóveis ou advogado.

A assessoria imobiliária é extremamente importante!

Fonte: Portal Busca Certa imóveis – www.buscacertaimoveis.com

10 Frases que você vai ouvir ainda hoje do seu corretor de imóveis

1. Ah, tá…você tá falando dessa vista pra favela? Mas você precisa ver isso à noite, fica tudo lindo, cheio de luzinha…parece um presépio, de tão bonito.

2. Apesar de ser um apto de 30m2, acho que ele atende perfeitamente você e sua noiva. E seus 4 filhos. E o hamster.

3. Mas que troço esquisito é esse? Bacana essa varanda gourmet, né?

4. Olha, no Jardim América tá difícil achar por esse preço. Mas eu tenho um apto na Vila Ré que é a sua cara!

5. Quase não precisa de reforma, tá vendo? Só precisa dar uma pintadinha, derrubar aquela parede ali, trocar a parte elétrica e hidráulica, comprar 2 ou 3 azulejos que faltam na cozinha e tirar aquele cadáver da banheira.

6. A vaga de garagem é boa, demarcada, muito fácil de entrar. Bom…você não costuma sair muito de carro não, né?

7. É um bairro que tá crescendo bastante, viu? Ó lá o Mc Donalds.

8. Tem certeza que você não quer ver na Vila Mascote? Última chance, hein?

9. Sem querer te apressar, mas se eu fosse você, não demoraria pra fechar negócio. Apesar do anúncio estar há 17 meses no site, o proprietário não quer esperar pra vender.

10. O condomínio é um pouquinho acima do que você pretendia pagar…mas, veja bem, tem uma brinquedoteca!

Fonte: Odaires

Você sabe qual o real valor do seu imóvel?

Com base em dados técnicos e de mercado, os avaliadores de imóveis podem oferecer ao cliente a segurança de um preço justo ao imóvel .

É comum o cliente levar em conta aspectos como localização ou tempo de uso do imóvel para definir um preço para a venda. Mas é o avaliador de imóveis quem tem preparo técnico para fornecer o preço real do seu imóvel.

Vários são os motivos que levam um cliente a contratar um avaliador de imóveis. Questões de partilha, venda, negociações envolvendo troca e pagamento, discordância do valor ofertado, garantia de outras negociações, são algumas delas.

O corretor de imóveis Ademir Fischer, de Guabiruba (SC), trabalha há um ano com avaliação de imóveis e explica que o procedimento inicial é a coleta de dados do imóvel, aplicando-se a uma tabela com as devidas apreciações. “É necessário fazer a vistoria in loco, analisandoo quanto a Legislação Ambiental e o Plano Diretor da Cidade. Nas casas e apartamentos, avaliamos o estado de conservação, material usado, localização e idade do mesmo,”comenta.

Caso o imóvel seja um terreno, outros pontos são levados em conta. “São considerados os recuos necessários, a topografia, localização e tipo de construção permitido no imóvel,” ressalta.

Visão aquém do mercado

O corretor e avaliador de imóveis Dorival Leite, de Curitiba (PR), afirma que há muita procura pelo serviço de avaliação de imóveis para venda. Atualmente, faz em média cinco avaliações por mês e segundo ele, as expectativas do cliente nem sempre estão de acordo com a realidade do mercado, o que pode criar dificuldades na aceitação, em alguns casos.

“As avaliações para venda normalmente são solicitadas para confirmar o que proprietário já tem para si. Normalmente ele já sabe quanto quer pelo imóvel. Como avaliador, discuto os valores que o mercado aceita ou o que é possível convencer compradores por aquele valor, e nem sempre condizem com o desejo-anseio-fantasia do proprietário. De qualquer forma, é o cliente quem toma a decisão,” ressalta Leite.

Segurança e preço certo

Segurança na tomada de decisão, com base na opinião de um profissional, é a maior vantagem de optar pela avaliação de imóveis. “O avaliador possui um embasamento lógico e profissional para um valor a ser estabelecido, e pode reduzir os riscos de se jogar fora ou perder tempo na venda, alienação, compra ou locação de um imóvel,” comenta Dorival Leite.

Para Fischer, contratar um avaliador é ter a certeza de não estabelecer preços irreais. “O cliente, por não ter conhecimento de causa, pode colocar um valor menor ou até com preços exagerados, não conseguindo vender seu imóvel,” finaliza.

Fonte: Redimob

O momento é bom para compra de imóveis, diz especialista

Seja para adquirir imóveis novos ou usados, sempre é possível negociar, mesmo em região sem grande expansão.

Até pouco tempo atrás os imóveis estavam percebendo valorização de aproximadamente 30% a.a. A supervalorização dos imóveis assustava muito os consumidores em geral, o que gerava o receio de um possível estouro na famosa bolha imobiliária.

Mas para o corretor de imóveis e autor do livro Captação de Imóveis, Rodrigo Barreto, além das diversas oportunidades de créditos disponíveis, a facilidade ofertada pelas construtoras foi determinante, principalmente para os novos investidores. “O objetivo maior era vender o ágio próximo à entrega do imóvel. E hoje, pela grande oferta de imóveis remanescentes, os descontos proporcionados pelas construtoras são em média 20%. Com isso, esses novos investidores, quando conseguem repassar o ágio, se decepcionam por estarem resgatando, quando têm sorte, somente o que aplicaram durante o período de obra”, explica, em seu blog.

Segundo análise do especialista, há muita oferta e a demanda não é suficiente para suprir a necessidade de comercialização de tantas moradias. “Independentemente de qualquer situação, seja para adquirir imóveis novos e em lançamentos  ou para imóveis usados, mesmo que em região sem grande expansão, sempre é possível negociar o valor originalmente anunciado”.

Imóvel é um excelente investimento, mas deve-se ter calma, paciência, pois os lucros dessas aplicações se dão, normalmente, no longo prazo.

Fonte: Redação Redimob

Comitiva brasileira participa de evento sobre mercado imobiliário nos EUA

Encontro voltado a corretores de imóveis associados à NAR traz fóruns especiais e debate a legislação de mercado imobiliário norte-americano.

Teve início nesta segunda-feira (13), em Washington (EUA), o REALTORS® Midyear Meetings & Trade Expo. O evento reúne os corretores de imóveis norte-americanos para assumir um papel ativo no avanço da indústria imobiliária e de políticas públicas.

O encontro é promovido pela National Associations of Realtors® (NAR). Entre a programação do meeting estão fóruns especiais, reunião de comissões, debates sobre a legislação do mercado imobiliário dos EUA e palestras sobre o comércio e a indústria imobiliária.

Comitiva brasileira

Para fortalecer o networking com líderes do mercado internacional, uma comitiva brasileira participa do evento, abrindo oportunidades para possíveis parcerias. O Brasil é representado pelo presidente do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro da Silva; assessor da presidência para Relações Internacionais, Francisco Pesserl e Presidente do Redimob, Heitor Kuser.

Clifford Nelson Ruiz de Oliveira, ganhador da promoção “Eu quero fazer negócios no mundo todo” participa pela primeira vez do evento. A força do programa International Realtor® Member levou o corretor de imóveis e membro internacional da NAR a Washington para participar do meeting, e assim ampliar conhecimentos sobre o mercado imobiliário global e conhecer novos parceiros de negócios.

A programação da comitiva também inclui a visita à Embaixada Brasileira, na quarta-feira (15) e na quinta-feira (16), a visita ao Capitólio, que é a sede do Congresso americano e um dos maiores símbolos dos EUA.

Fonte: IRM Brasil

Saiba mais sobre usucapião de bens imóveis

Usucapião se caracteriza pela posse ininterrupta de maneira mansa e pacífica sem oposição do proprietário e com prazo variável entre cinco e quinze anos.

O cliente procura o corretor de imóveis para vender sua casa. Mas para surpresa, o imóvel não era do suposto interessado em negociar. O referido bem havia sido alugado há mais de trinta anos. Após os cinco primeiros anos, na qualidade de inquilino não conseguiu mais manter contato com o proprietário dp imóvel e consequentemente, parou de pagar o aluguel até os dias atuais e sem ser cobrado pelas mensalidades não pagas.

Este é o típico caso do usucapião, ou seja quando há a posse do bem de forma ininterrupta, de maneira mansa e pacífica, sem oposição do proprietário e com prazo variável entre cinco e quinze anos, dependendo da situação.

O corretor de imóveis Rodrigo Barreto explica em seu blog que o usucapião é uma das formas para se adquirir um bem imóvel. Os tipos reconhecidos são: usucapião ordinária; usucapião extraordinária; usucapião especial urbana; e usucapião especial rural.

Nova modalidade

Existe, também, desde 16 de junho de 2011, a nova modalidade: usucapião por abandono de lar. O novo texto diz, no art. 1.240A, Lei n. 12.424, do Código Civil Brasileiro, que “Aquele que exercer, por 2 (dois) anos ininterruptamente e sem oposição, posse direta, com exclusividade, sobre imóvel urbano de até 250m², cuja propriedade divida com ex-cônjuge ou ex-companheiro que abandonou o lar, utilizando-o para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio integral, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural.”

“É importante o corretor ficar atento a estes dispositivos para melhor poder direcionar o cliente. Recomende, quando necessário, o auxílio de um especialista na área jurídica e com experiência nesta área de atuação”, diz.

Fonte: Redação Redimob

Como o número de referencia pode facilitar a vida do cliente e do corretor!

Existe coisa mais perturbadora na hora de buscar um imóvel, que a falta do número de referência (Ref.) nas placas de vende-se?

Com a velocidade da informação e facilidade da WEB, este mero numero é de extrema importância  afinal, quem já não passou pela frente de um imóvel a venda ou para locação e quis mais informações a respeito?

PLACA ALUGA-SE

Na placa consta o nome da imobiliária, telefone e site… Mas nada do número de referencia! Referencia esta que facilitaria a vida de inúmeros clientes que, por vezes acabam se interessando por um imóvel o qual na realidade não lhes cabe (seja pelo valor, pelo tamanho, quantidade de quartos…). Mas para obter estas informações, necessita telefonar a imobiliária e mobilizar um corretor. Se o número de referencia estivesse explicito na placa, bastaria entrar no site da imobiliária, procurar pelo imóvel em questão através do número de referencia e obter maiores informações a respeito, cabendo no contato com a imobiliária apenas agendar a visita com o corretor de imóveis.

Precisamos observar também que, da mesma forma que o numero de referencia é uma mão na roda para o cliente, também o é para o corretor e, por isso, sempre que contatar uma imobiliária a qual expõe este numero de referencia em seus anúncios, informe ao corretor. Desta maneira ele pode, de forma ágil e fácil, localizar o imóvel no sistema e lhe informar tudo que necessita a respeito do mesmo.

Fonte: DOT Imóveis – Por João Weege

Esperei e perdi um bom negócio! Porque?

Prezados leitores e potenciais clientes; Gostaria de discorrer a respeito de uma observação, constatada nos últimos 2 meses, a respeito do mercado imobiliário.

Muito tem se falado sobre o desaquecimento do mercado e tem-se noticiado como principal responsável o excesso de unidades que estão ficando prontas, dos lançamentos de 3 a 5 anos atrás. Uns falam em bolha, outros em queda dos preços e há quem defenda uma estabilização, normal e saudável!

Junto a isso, tenho observado inúmeros clientes perderem excelentes oportunidades de negócios, na espera de uma promoção melhor para a compra de seu imóvel. Fato, as incorporadoras tem realizados ótimas oportunidades em algumas unidades, mas ilude-se o cliente que pensa que estas ofertas são para sempre, ou que outra ainda melhor virá! Estas ofertas são exclusivas para unidades de permutantes, unidades que voltaram para a incorporadora por desacordo da primeira venda ou ainda para unidades já conhecidas como de venda difícil (térreas e coberturas)! Promoções para os apartamentos tipos (padrões) do empreendimento, não existem! Existe um agrado ali ou um carinho acolá para fechar o negócio.

O deficit de moradia no Brasil ainda é muito alto em todas as faixas de renda e sendo assim, a demanda ainda existe e é grande. Não iluda-se achando que a promoção ira durar ou melhorar, ou irá ficar sem o imóvel com que sonha.

Pode dizer que é papo de vendedor, mas depois, não vá colocar a culpa em seu corretor por falta de aviso. Se você esta procurando um imóvel, gostou e ele cabe em seu orçamento, COMPRE! Se não comprar, outro comprará…

Pense bem a respeito… Os preços de fato estabilizaram, mas as boas oportunidades de negócios não são eternas.

João Weege – CRECI E12576

Venda com estratégia

Êxito na negociação depende de preço e conservação.

Tornar o imóvel disponível para venda ou locação é sempre um momento de grandes preocupações. O serviço, por muitas vezes, não satisfaz as expectativas do proprietário. Pouca procura e propostas menores do que o esperado são sinais claros de que algo está errado e a venda necessita de reavaliação. Lá se vão meses à espera de um potencial comprador com uma proposta atraente.

Para quem está com o imóvel à venda, pretende vender ou até mesmo alugar é importante ficar atento com os cuidados necessários para não correr o risco de deixá-lo encalhado. Alguns critérios como preço e conservação podem ser decisivos para acelerar ou retardar a negociação. Mesmo com a certeza de que cada caso é único e cheio de peculiaridades, algumas medidas podem ser levadas em consideração para potencializar a venda ou a locação do imóvel.

Quando o imóvel está há muito tempo parado e com pouca procura de negociação, alguma coisa não está de acordo com o mercado e isso precisa ser investigado. Preço alto, imóvel mal conservado e falta de divulgação são alguns dos itens que enfraquecem a venda, segundo especialistas do ramo imobiliário. “Quando o imóvel está ‘encalhado’, difícil de vender, pode ser consequência de um conjunto de fatores”, afirma Daniel Humberto, diretor da Coelho da Fonseca.

Medidas indispensáveis

Mesmo que o mercado não esteja favorável para negociações, sempre existe uma medida apropriada para lidar com a situação de modo que haja um retorno positivo dentro de médio prazo. Normalmente, a avaliação torna-se o primeiro fator importante no processo de venda, pois é por meio dela que o imóvel será encaixado dentro do que é coerente com o mercado. Para isso, é preciso que haja boa conservação: pintura nova, pisos e cerâmicas inteiros, assim como instalações elétricas e hidráulicas devem estar em boas condições.

Fonte: Paula Morais – Jornal Coletivo

Procuração pública é a única aceita em negociações imobiliárias

O mercado imobiliário do Rio de Janeiro (RJ) continua em uma boa fase. No primeiro semestre de 2012, a valorização do metro quadrado foi de quase 9% na capital fluminense – índice 2% menor do registrado em 2011, mas considerado positivo já que a expectativa era de estabilização. A realização da Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Olímpicos, em 2016, ainda são os principais motivos para o aquecimento do setor de imóveis na região. Muitos lançamentos já estão disponíveis para venda e há um grande número de imóveis em fase de construção.

De acordo com Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens, os imóveis usados também estão sendo beneficiados com o bom momento do setor. Em meio a tantas negociações, surge a preocupação de concretizar as transações imobiliárias com segurança. São necessários alguns cuidados para não cair em armadilhas. “É fundamental verificar a veracidade de todos os documentos e não pular nenhuma etapa para garantir que o negócio tenha valor legal. Deixar de registrar o imóvel comprado, por exemplo, pode custar a devolução do bem”, alerta.

A procuração é um dos documentos que deixam muitas dúvidas na cabeça dos proprietários de imóveis. Freitas explica que a procuração é um instrumento do mandato – um contrato de natureza declaratório, no qual um indivíduo recebe a autorização de outro para agir em seu nome. Quem ganha este poder deve praticar atos conforme os interesses da pessoa que lhe delegou esta função. “A procuração pode ser pública ou particular. Para ter valor legal no caso de imóveis, o documento deve ser público”, ressalta o especialista em Direito Imobiliário.

A procuração pública é elaborada pelo tabelião e a via original fica no arquivo do tabelionato de notas no qual ela foi redigida e assinada para que terceiros possam comprovar sua autenticidade. Este documento não vem pronto e é redigido em um livro específico do cartório e não em uma folha solta. O procurador recebe a via transladada do livro. “Para evitar fraudes, o recomendado é não deixar espaços em branco após a elaboração do documento. A procuração pública é obrigatória na negociação de um imóvel”, declara.

A procuração não tem data de validade, por isso é essencial ser bem específico quanto ao seu conteúdo para não gerar interpretações duvidosas. Para a alienação de imóveis, seja para venda ou doação, o documento não pode conceder poderes gerais e amplos. “É importante especificar o limite dos poderes concedidos pelo outorgante, nome dado a quem cede a procuração, para sua maior segurança. Dependendo da data de elaboração do documento, é solicitada a certidão original atualizada da procuração. Isto evita falsificações”, observa.

Fonte: http://www.pautas.incorporativa.com.br

Por trás do discurso do corretor!

Entre elogios e os fatos do imóvel, como a metragem quadrada e o número de quartos, “dê um desconto” à conversa do profissional.

Embora seja papel do corretor de imóveis passar todas as informações possíveis e orientar o cliente para que ele adquira um imóvel adequado às suas possibilidades financeiras e preferências pessoais, as estratégias utilizadas nem sempre são tão transparentes. Na busca pelo imóvel ideal, haverá corretores fieis ao cliente e aqueles fieis a si mesmos e à necessidade de vender. “O profissional sabe que é um bom imóvel e avisa: ‘olha, este imóvel que visitamos ontem, você gostou muito e já tem procura, amanhã outra pessoa vai lá, você não quer fazer uma proposta?’”, aponta Bruna Maranhão, funcionária que trabalha com corretores em uma imobiliária. A técnica ajuda a aumentar a ansiedade do comprador.

O corretor não pode mentir, mas em alguns casos tenta incentivar a compra com informações um tanto valorizadas. “A parte técnica do imóvel, como quantos metros quadrados, banheiros e quartos têm, não vende. A venda acontece quando se descobre o que sensibiliza o cliente e o que ele está de fato procurando”, afirma um corretor que não quer se identificar. Segundo ele, este é um trabalho muito difícil e exige que se converse não apenas com o interessado, mas também com familiares. “Se você mostrar um imóvel que não é o que ele quer, não vai fechar negócio. Todo mundo tem uma história de vida, um sonho sobre a casa que quer morar. O corretor tem que buscar estas informações sem parecer afobado e sem eufemismos.”

Atenção

Para não se empolgar fácil com a conversa do corretor ou imobiliária, fique atento a outras “fontes” de informação.

- Uma das principais dicas é conversar com quem já mora no condomínio ou região. Quem quer descobrir potenciais problemas, como encanamento velho ou insegurança no bairro, deve falar com quem conhece o imóvel.

- Além dos vizinhos, fale com o porteiro. Ele conhece toda a movimentação do prédio e saberá informar até mesmo se o imóvel possui algum problema anunciado pelo antigo morador.

- Visite o imóvel em diversos momentos do dia para verificar o barulho da rua, o trânsito nos horários de pico e a incidência de sol. Confirme com vizinhos se não há dias de feira na rua ou qualquer outro evento que dificulte o tráfego.

- Fique atento aos detalhes, como manchas ou rachaduras. Questione o corretor sobre esses detalhes e se eles resultam em algum desconto na compra.

11.500 é o número de corretores que trabalham hoje no Paraná. Metade deles está em Curitiba e Região Metropolitana.

Relatividade

Na dúvida sobre as intenções do corretor de imóveis, o conselho dos especialistas é “dar um desconto” ao discurso. Nem tudo é tão maravilhoso, e nem tão ruim. O proprietário de uma imobiliária Marcos Casagrande lembra que tudo é relativo e que, muitas vezes, o que pode parecer um pproblema aos olhos do corretor não o será na visão do cliente. “O corretor sempre vai enaltecer as qualidades, e, de repente, o que nós achamos que seria um problema, às vezes o comprador não se incomoda.”

Contato frequente

Uma das estratégias do corretor que pode incomodar um pouco alguns perfis de cliente, mas que tem uma finalidade útil é o contato frequente. “Você liga para ver se a situação financeira da pessoa mudou e isso pode demorar anos”, adverte o corretor anônimo. “Estou vendendo um apartamento para uma cliente que conheci há dois anos. Durante um tempo ela não podia comprar nada e depois de alguns meses recebeu um seguro, mas gastou todo o dinheiro. Se eu tivesse ligado naquele momento, poderia ter fechado o negócio. Só agora teve um lançamento que coincidia com o que ela buscava e conseguimos negociar”, conta.

 Fonte: Gazeta do Povo – Por  Amanda Milléo

Mercado Imobiliário e Parcerias

Caros colegas e clientes, vocês sabem qual o motor no mundo dos negócios? A Parceria! Essencial em qualquer campo da vida… Desde a parceria entre irmãos e primos quando crianças, passando pela parceria nos relacionamentos, até a parceria profissional, seja ela entre empresas, funcionários ou colegas de profissão.

E no mercado imobiliário, a parceria não pode ficar de fora. Ela faz parte de nossa agenda diária… Aquela passadinha na “padoca” para comprar o pão fresquinho ao final do dia, o tio do boteco da esquina, a livraria do bairro, o frentista do posto,  o amigo de infância, gerente/diretor/presidente de uma grande empresa… Isso está presente na venda de imóveis.

Por isso, caro cliente e amigo corretor, o imóvel angariado não pode ser apenas mais um número de referencia no sistema de sua imobiliária. Este imóvel deve estar a todo momento contigo (valores, localização, área, diferenciais…), pois nunca se sabe quando uma oportunidade pode surgir.

E você, cliente, deve estar atento a este fator. Meu imóvel será apenas mais um número no sistema, ou terá um corretor empenhado em vende-lo, e oportunizando-se de suas parcerias?

Amigo corretor, escolha bem seus parceiros, de sempre preferência para os locais onde você também já é cliente, pois nada melhor que atender pessoas que tenham algo em comum com o seu dia a dia!

João Weege – CRECI E12576

O real valor do seu imóvel!

No mercado imobiliário, lidamos com muitos sentimentos… Seja na compra, venda ou locação.

Na compra, sempre há a insegurança; será este o imóvel correto, poderei pagar por ele, não seria este imóvel muito velho ou muito novo?

Na locação, falemos a respeito do sujeito que está colocando o imóvel para locar, o locador. Este, muito apegado ao imóvel, sempre tem dúvidas a respeito do locatário! Será que meu imóvel será bem cuidado, receberei em dia, não terei problemas e dores de cabeça com este inquilino e os vizinhos?

Mas hoje, irei discorrer um pouco a cerca de um sentimento característico a todo proprietário de imóvel, inclusive aqueles que querem se livrar de uma bela encrenca: o valor do imóvel! Já reparou que tudo que é nosso, vale mais que o dos outros? Um sentimento plenamente normal ao ser humano. Afinal, se nós não valorizarmos o que temos de melhor, quem o fará? Quanto o assunto é imóvel, eu posso lhe responder com propriedade: Um bom angariador!

Angariadores em sua maioria, são pessoas neutras à negociação… Não existe apego ao imóvel, tão pouco interesse em adquiri-lo. Se algo foge a total neutralidade é seu puro interesse em vender aquele imóvel, visto que este é seu ganha pão. Por isso, um bom angariador, aquele que vive deste negócio, saberá fazer uma correta avaliação para a venda, enquadrando um preço justo e de acordo com o momento do mercado. E porque? Horas… Porque se ele avaliar o imóvel acima do que o mercado está disposto a pagar, este imóvel ou não será vendido, ou terá uma venda em muito dificultada.  E se ele avaliar o imóvel aquém do que ele vale? Então, ou novamente este imóvel não será vendido (tão barato assim, tem algo errado aí), ou será vendido de forma muito rápida, mas, deixará de ganhar dinheiro (visto que ganha % sobre a venda) e muito provavelmente deixará seu cliente infeliz! (Deixemos neste momento as exceções, onde a venda ligeira do imóvel é necessário e parte do negócio, de lado).

Por isso, sempre que for vender um imóvel, lembre-se do acima discorrido. Angariadores estão aptos a desenvolver a avaliação do imóvel. Primeiramente por estarem antenados no mercado e no público interessado, e por segundo, por não existir apego emocional no objeto da negociação.

E, lembre-se… Um imóvel tem sempre 3 valores: “O que você pensa que ele vale, o que o mercado diz que ele vale, e quanto de fato querem pagar por ele”!

João Weege – CRECI E12576

Vou vender meu imóvel! E agora?

Você esta querendo vender seu imóvel. Mais especificadamente, sua casa de praia, ou de campo. E você mora a 80km, 100km distante! Sua primeira atitude; colocar uma placa na faixada do imóvel com seu telefone ou procurar uma imobiliária local para que ela venda seu imóvel.

Ambas as idéias parecem pertinentes. Se for seu telefone exposto na placa, cada interessado que passar pelo local irá entrar em contato diretamente contigo, negociar, solicitar visita ao imóvel… E assim será… 3 ligações por semana, em horários os mais diversos possíveis (hora do almoço, da reunião, do jantar…). Das 3 ligações na semana, 1 cliente irá solicitar visita, mas ele só pode na quinta-feira, as 09h da manhã ou no fim de semana. Sim, aquele que você planejava levar a esposas e os filhos para o cinema; mas agora terá que ir atender o cliente interessado. Um mês, dois meses, três meses… Seis meses! Enfim, um cliente se interessou verdadeiramente e tem condições de comprar o seu imóvel. E agora vem contrato de compra e venda (liga para o advogado, solicita um contrato, paga…), certidões negativas de ambas as partes, cartório, promissórias ou despachante para o financiamento bancário (este último na verdade, sempre aconselho em todas os casos de financiamentos, pois ajudam muito mesmo)! Duas semanas depois, a venda enfim é realizada e o dinheiro esta quase para entrar, finalmente! Mas e o dinheiro investido em todas aquelas idas ao imóvel em questão, com possíveis compradores? E todas os jantares e reuniões interrompidas? E toda a correria atrás da documentação e horas na fila do cartório?

Não valeria a pena dedicar 6% da venda para que a imobiliária administrasse a todos estes tramites, realizasse a divulgação do imóvel através de seus canais de comunicação e Networking específico, filtrando cada potencial cliente e lhe contatando apenas quando verdadeiramente necessário?

Pois então, vamos a imobiliária local para que ela execute esta venda. Pera aí? Porque para a imobiliária local? Seria ela minha opção ideal? Afinal, minha casa fica na praia e estamos em agosto! Ou ainda… Minha casa fica no campo e estamos em pleno janeiro! Estaria o futuro interessado nestes locais, por estas épocas? Acredito que um contato com a imobiliária de sua cidade, também seja bem interessante. O potencial cliente não está necessariamente onde o imóvel está, percebe isto?

Pensou em vender um imóvel? Converse e contrate um corretor imobiliário!

João Weege – CRECI F23930

Comunicação!

Escrevo este post para solicitar a você, cliente: De uma chance ao seu corretor!

- Uma chance, como assim? Eu já o contatei para procurar um imóvel para mim, não basta?

Pois é… Não basta! Seu corretor necessita saber o que exatamente você procura. Quantas vezes já vivenciei e ouvi histórias de amigos que fizeram possível e impossível para encontrar o imóvel que seu cliente solicitou e no final das contas, o cliente fechou negócio com outro corretor/imobiliária, e o imóvel não tinha nada das características solicitadas inicialmente!? Mudar de idéia não é proíbido, mas avise ao seu corretor.

De feedback dos imóveis que seu corretor lhe oferecer, responda aos emails e atenda as ligações… Seja amigo de seu corretor!

Agindo desta maneira, a parceria será total… Corretor trabalha de forma mais tranquila e ágil e você, cliente, será atendido de forma personalizada!

Obs.: Se desistiu de procurar o imóvel, ou já fechou negócio, avise seu corretor! Ele não ficará chateado, mas sim, ficará mais tranquilo em poder dar atenção a quem de fato necessita de sua dedicação naquele momento.

João Weege – CRECI E12576

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